segunda-feira, 14 de maio de 2012

A Morte e o Dragão



Chegou a hora de olhar melhor para o seu interior e encontrar o que realmente você é e quer. A única coisa que influencia o ser humano é seu caráter. E caráter, vem de berço, não há como mudar.

Chegou a hora de separar o joio do trigo. Existe uma carta no tarô, que é o arcano de numero 13 chamada de “A Morte”. Na figura vemos um esqueleto que corta o trigo maduro para que os outros tenham vez, é o eterno repetir, sua foice decepa membros, corta cabeças de pobres e ricos, bons e maus. Mas ao contrário do que muitos pensam essa não é uma carta totalmente ruim, ela também fala sobre “uma verdadeira transformação”, e esse arcano foi associado a Saturno que poda a vegetação para que ramos novos cresçam. E é isso que acontece em nossas vidas a todo o momento: pessoas aparecem em seu caminho e se forem para somar, seguiram em frente você, mas se for ao contrário, ficaram pelo caminho, mas nem por isso deixaram de ser importante para o seu futuro, pois serviram de lição.

Ainda falando da lâmina de nº 13, vemos que ela também nos fala sobre a estagnação do ser humano e sobre a “faxina na vida”. É simples, quantas vezes você já se sentiu acomodado com alguma coisa e que para mudar uma rotina ou pelo menos um simples gesto, o pânico tomava conta do seu coração ?
O que acontece é que o ser humano vive procurando esse “comodismo”. E quando ele acha, não quer mais largar. E Quando digo comodismo, me refiro a todas as áreas da vida.
Quem nunca ficou num relacionamento sem amor só para não ficar sozinho ?
Quem nunca mudou de emprego por achar que estava estável e que tinha medo de melhorar ?
Quem nunca mudou um sofá no canto de uma sala porque já se sentia muito confortável onde estava, mesmo sabendo que faria até bem para o ambiente ?
A nossa vida é como uma roda gigante, cheio de altos e baixos e não adianta achar que ela será sempre cheia de altos ou cheia de baixos, isso é impossível de prevê, o que você pode fazer é simplesmente lutar para que ela sempre continue em harmina e equilibrada. Dar um Adeus a estagnação e o comodismo e lutar sempre por algo melhor.

Passamos pelo grande feriado de São Jorge, um grande padroeiro do Rio de Janeiro, a qual possui muitos devotos. O Significado desse santo perante seus seguidores é muito maior do que eu imaginava e vi em toda a minha vida. E depois que aprendi um pouco mais sobre esse grande guerreiro é que me curvei com toda a minha insignificância perante a ele. Na verdade eu o identifiquei em cada um de nós, nós que somos guerreiros e levantamos todo dia cedo para trabalhar, nós que lutamos com força e garra para defender nossas crias dos leões que vivem nesse mundo, nós que precisamos as vezes nos fingir de mortos para não ser devorados pelos predadores que dividem conosco nosso próprio ambiente e estão disfarçados de cordeiros.
Fico muito triste com pessoas que desistem fácil das coisas, de seus sonhos e ao invés de trabalhar para conseguir algo, ficam se lamentando com os outros para ver se ao menos conseguem um sentimento de pena do seu próximo. Nessa vida aprendi que “não somos vitimas”. Você é aquilo que você quer.

Então Pare com essa choradeira, Pare com esse seu cinismo, Pare com esse seu desencanto com a sociedade, Pare de se fazer de vitima. Já olhou para o seu lado e viu que existem pessoas com situação bem pior do que você e nem por isso se deixou vencer pelo dragão da vida ou se deixou levar pela grande “A Morte” ?

A Lição de hoje é “Lute contra o dragão e vença “A Morte” !

quarta-feira, 4 de abril de 2012

O Mago e a construção da autoestima


"Primeiro eu!", grita o menino em meio aos seus amigos, frente à nova brincadeira. Da mesma forma, O Mago, o número 1, inicia a sequência dos arcanos maiores no Tarot puxando a fila de 22 figuras. Antes de tudo e de todos, o EU.
Sabemos que a fortificação do ego é necessária para a construção da identidade na infância. E é partir desta lenta engenharia que a facilidade para interagir mais e melhor se monta, que nos tornamos aptos para reconhecer uma parte de nós no outro, em que se habilita o sentido da alteridade e a empatia. A capacidade de amar a si mesmo é condição sine qua non para uma vida plena. No entanto, uma postura egocêntrica arraigada nos impede de alcançar a tranqüilidade interior, atrapalhando o desenvolvimento da autoestima e, por consequência, a capacidade de amar verdadeiramente.
Paradoxal? Sim. E aqui reside o segredo: nem tanto ao céu, nem tanto a terra. A sabedoria reside no exercício da justa medida. É só ter em mente que para um contato saudável com o mundo exterior é preciso, antes de tudo, regar o espaço interior, encontrar um reduto de paz. Uma questão de "prioridade", de ponto de partida, aliada à noção de que nada está separado, que somos os elos de uma imensa cadeia. Reconhecer nossos recursos, nossos aliados internos, nossas qualidades, fortifica nosso papel dentro da estrutura e reforça a vida social e afetiva.
O Mago, o primeiro arcano, ilustra simbolicamente esta noção: em algumas das suas representações, traz o uroboros, cobra que morde a própria cauda, em torno da sua cintura. O arcano I busca nas forças celestes (o caduceu levantado) e telúricas (seus pés fincados no chão e as pernas da mesa de trabalho) a constante auto-renovação (característica das serpentes) absolutamente necessária para que se tenha condições de criar novas realidades. A sua frente, os elementos, simbolizados pelas moedas (o plano material), pelos copos (plano emocional), pelas facas (plano intelectual) e pelo bastão em sua mão (plano intuitivo) mostram que O Mago domina com a habilidade de um malabarista, em todos os estratos, as suas relações com vida.
A concentração e a consequente perícia tornam as mãos do Prestidigitador tão hábeis e rápidas quanto o pensamento. E é a partir do autoconhecimento, do crédito que confere às suas capacidades, que O Mago e todos nós podemos começar a caminhada e comunicar ao mundo de onde viemos e para aonde vamos. É daí que nasce o potencial de reflexão (A Sacerdotisa), o de frutificação (A Imperatriz), de concretização (O Imperador), de abstração (O Papa) e assim por diante.
Quais são suas habilidades?
Um exercício simples, mas efetivo, para que contactemos nossos recursos internos é o seguinte: corte algumas folhas em branco em quatro partes. Coloque-as sobre uma mesa com canetas ao lado, sente-se e relaxe. Se uma música clássica ajudá-lo no processo, ótimo. Respire fundo várias vezes. Esqueça suas questões, seus problemas. Entre em contato com seu centro e pergunte-se quais são suas verdadeiras habilidades. Assim que tiver levantado algumas delas, começe a escrever. Cada uma das habilidades ocupará um quadrado. Sim, você pode sofisticar o exercício e colocar ao seu lado um vaso de flores representando a terra e o plano material, acender um incenso para aludir ao ar, plano intelectual, encher um cálice com água para acessar o plano emocional, acender uma vela para lembrar-se do plano intuitivo representado pelo fogo. Anote tudo o que sabe e pode fazer. Registre suas melhores qualidades. Quando achar que está bom, pare e vá fazer outra coisa. Durante o dia olhe várias vezes para a mesa com seus quadrados de papel. Se algo lhe ocorrer, remarque, revise, acrescente.
Partindo do príncipio que o primeiro arcano funciona melhor em contato com o segundo, A Grã-Sacerdotisa, continue o exercício: sozinho, antes do horário de dormir, troque os lençóis. Escolha o melhor pijama, a camisola mais macia. Tome uma ducha, e, se puder, um banho de imersão com ervas de sua preferência. Busque no contato com a água o sentido da tranquilidade. Identifique-se com a água. Maleável, aconchegante, transparente, fluida como a sua alma. Passe o tempo que for necessário nessa relação. Saia do banho, fique frente a um espelho e passe um creme ou óleo especial vagarosamente pelo seu corpo. Acaricie sua pele como quem acaricia um coração. Olhe-se, ame-se, deixando que o espelho reflita não o seu corpo, mas a sua essência mais pura. Ela irá transparecer através dos seus olhos. Vista-se e antes de deitar-se, , junte os papéis da mesa, empilhe e coloque embaixo do travesseiro. No dia seguinte, anote seus sonhos e impressões, mantendo a sensação que sentiu dentro da água. Suas relações estarão facilitadas e você sentirá maior paz interior quando terminar.
E para fechar, complete o trabalho com A Imperatriz, arcano da frutificação. Escolha uma quantidade de sementes correspondente aos quadrados de papel e plante-as em terra fértil. Cuide bem do seu canteiro. E guarde suas anotações em algum lugar especial e seguro.
Lembre-se: a satisfação consigo mesmo é o primeiro passo para satisfazer aos outros. É impossível fazer alguém feliz sem se sentir feliz primeiro, nem que seja por pequenos momentos. Reconhecer a beleza interna é imprescindível para identificar a beleza nos outros e no mundo que nos rodeia.
Assim terá reunido as condições necessárias para o exercício do amor. E isso é pura magia.
Primeiro EU!

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

The First !

Hello, Produção !
Bem como ainda não decidi qual será o assunto principal desta bodega, vamos começar pelo começo. 
ERA UMA VEZ... (brincadeira)
Não precisa se preocupar, não irei contar nenhuma historinha para você dormir, nem muito menos para você ficar acordado(a). Só queria deixar claro, antes de tudo, que tenho milhares de idéias na minha cabeça como: indicações de filmes, musicas, lugares, programas alternativos, sexo (ops!), contos, religião e toda a minha lorota de cada dia...
E para o primeiro post não ficar sem graça e parecido como agua de salsicha (sem utilidade para nada, rs), vou escrever uma coisa que li esses dias e que mês dez repensar muito, e gostaria de dividir com todos os meus amigos. Prontos ?!


É sobre "As 4 Leis da Espiritualidade ensinadas na Índia " 




A primeira diz: “A pessoa que vem é a pessoa certa“.

Ninguém entra em nossas vidas por acaso. Todas as pessoas ao nosso redor, interagindo com a gente, têm algo para nos fazer aprender e avançar em cada situação.

A segunda lei diz: “Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido“.

Nada, absolutamente nada do que acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhum “se eu tivesse feito tal coisa…” ou “aconteceu que um outro…”. Não. O que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, e foi para aprendermos a lição e seguirmos em frente. Todas e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas são perfeitas.

A terceira diz: “Toda vez que você iniciar é o momento certo“.

Tudo começa na hora certa, nem antes nem depois. Quando estamos prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é que as coisas acontecem.

E a quarta e última afirma: “Quando algo termina, ele termina“.

Simplesmente assim. Se algo acabou em nossas vidas é para a nossa evolução. Por isso, é melhor sair, ir em frente e se enriquecer com a experiência. Não é por acaso que estamos lendo este texto agora. Se ele vem à nossa vida hoje, é porque estamos preparados para entender que nenhum floco de neve cai no lugar errado.



Espero que possamos percorrer um caminho árduo mas proveitoso para nós daqui pra frente !

Axé